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20
fev
2017

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A franquia Natal e a Rui Cadete contadores e consultores promoveu em parceira na tarde do dia 28 de setembro de 2016 a palestra O PREGAO ELETRONICO E AS LICITACOES: A TECNOLOGIA E A INOVAÇAO PARA SAIR DA CRISE E CONQUISTAR O MERCADO DE COMPRAS PUBLICAS.

Com conteúdo bastante esclarecedor, o consultor e diretor executivo da Inovacão, Marco Antonio Cito, da empresa Inovação Palestras, Treinamentos e Consultoria, orientou os empresários presentes sobre o mercado das compras públicas e as vantagens de participar de licitações - um mercado que em 2016 movimentou em torno de R$ 350 bilhões.

O consultor também falou sobre Lei de Responsabilidade Fiscal, as modalidades de licitação e as leis que regulamentam as compras públicas no Brasil, além de instruir sobre os principais portais para participar deste tipo de concorrência.

A Inovação Nacional e sua franquia em Natal agradece aos empresários pela importante participação e pelo interesse em busca de orientações sobre este mercado.

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19
jan
2017

Em:
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Os principais líderes empresariais brasileiros estão otimistas em relação ao crescimento de seus negócios: 57% deles acreditam que o faturamento irá se expandir nos próximos 12 meses. O percentual é quase o dobro dos 24% que previam expansão dos negócios em 2016 e 19 pontos percentuais maior do que a média entre os cerca de 1.400 CEOs entrevistados no mundo. Uma maioria ainda mais expressiva (79%) prevê crescimento de receita nos próximos três anos. 

Os CEOs brasileiros também demonstram mais otimismo quanto ao cenário global de negócios. Quase a metade (43%) prevê crescimento econômico em 2017, 14 pontos percentuais a mais do que a média global de líderes (29%) que compartilha a mesma previsão. 

Os resultados da 20ª Pesquisa Global com CEOs da PwC revelam um cenário positivo também globalmente. Cerca de 50% dos CEOs afirmam estar muito confiantes em relação ao aumento das receitas de suas empresas no médio prazo (três anos) e 38% têm essa mesma perspectiva já para este ano, ante 35% no ano passado.

Para 90% dos CEOs brasileiros, a expansão dos negócios nos próximos 12 meses se dará por meio de crescimento orgânico, globalmente 79% planejam seguir esse mesmo caminho. A estratégia para ampliar resultados envolve ainda redução de custos, para 86% dos brasileiros e 62% dos líderes globais, e a formação de alianças estratégicas, 62% no Brasil e 48% globalmente. 

No Brasil, 45% dos líderes também pretendem investir em fusões e aquisições e 43% devem firmar parcerias com startups, ante 28% da média mundial. "O aumento do grau de confiança dos executivos brasileiros está bastante relacionado às perspectivas de retomada econômica do país", diz Fernando Alves, sócio presidente da PwC Brasil. "Mas aspectos menos positivos, como a carga tributária e a necessidade de investimentos em infraestrutura, continuam a ser fonte de preocupação para o empresariado", acrescenta. 

Questionados sobre quais países, excluindo o Brasil, são mais importantes para os negócios, 67% responderam Estados Unidos, 43% China e 26% Argentina, fato que reflete a retomada da confiança naquele país. Globalmente, os CEOs estão focando em um mix maior de países para fechar parcerias de negócios, ao invés de centrar esforços apenas em países emergentes como vinham fazendo há alguns anos. Nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes empresariais pretende investir nos Estados Unidos (43%), China (33%), Alemanha (17%), Reino Unido (15%) e Japão (8%). 

Desafios Globais 

Em relação às principais ameaças ao desempenho dos negócios, 88% dos executivos brasileiros citam o excesso de regulação (ante 80% da média mundial), o aumento da carga tributária (86% e 68% respectivamente) e a falta de infraestrutura (81% e 54%). Também há temores em relação a outros aspectos que podem representar dificuldades para a expansão das empresas, como a falta de profissionais com competências-chave, mencionada por 69% dos executivos brasileiros (no mundo, essa é uma preocupação para 77% dos CEOs), a velocidade dos avanços tecnológicos (64% e 70%) e a entrada de novos concorrentes (55% e 58%). 

Globalmente, a pesquisa revela uma crescente preocupação com medidas protecionistas. Entre os entrevistados, 58% acreditam que já está mais difícil competir em nível global, devido a políticas nacionais mais restritivas. 

"Embora os CEOs estejam mais confiantes com as perspectivas de crescimento, eles revelam três principais preocupações: a adoção de estratégias de gestão de pessoas e de tecnologia para formar profissionais adaptados à era digital; a preservação da confiança nos negócios num ambiente de crescente interação virtual; e o maior engajamento da sociedade na busca de soluções colaborativas, para que a globalização beneficie a todos", destaca o chairman global do Network PwC, Bob Moritz. 

A PwC ouviu os maiores líderes empresariais do mundo a respeito dos impactos da globalização – há 20 anos, esse foi um dos principais temas da primeira edição da pesquisa. Ainda que reconheçam os benefícios obtidos, os CEOs questionam se houve algum efeito na redução da desigualdade e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Essa mudança de perspectiva fica evidente quando se compara os resultados da pesquisa com os da primeira edição, lançada em Davos em 1998. 

A globalização é vista por 60% dos CEOs como responsável por melhorar o fluxo de pessoas, capitais, bens e informações e 37% acreditam que ela permitiu o surgimento de uma força de trabalho mais educada e capacitada. No entanto, 44% dos líderes avaliam que o movimento não colaborou para diminuir a diferença entre ricos e pobres. 

Perfil da amostra: 

A pesquisa foi realizada entre setembro e dezembro de 2016. Foram entrevistados 1.379 CEOs de 79 países, da Ásia (36%), Europa (21%) e América Latina (12%), por meio on-line, postal, por telefone e pessoalmente. A amostra é composta por empresas privadas (57%) e companhias abertas (43%), com faturamento superior a US$ 1 bilhão (36%); entre US$ 101 bilhões e US$ 999 bilhões (38%) e menos de US$ 100 milhões (21%) e empregam entre 1.000 e 5.000 funcionários (36%). Dos participantes 3% ocupam o cargo de CEO há mais de 25 anos. A maior parte dos executivos está no atual cargo há até cinco anos (51%). Entre os profissionais que responderam à enquete, 43% têm entre 50 e 59 anos de idade, 6% têm menos de 39 anos e 7% possuem acima de 65 anos.

Fonte: www.bonde.com.br

25
nov
2016

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Primeiro ponto a se saber: não existe receita de bolo

Mesmo o setor de franchising sendo um dos menos afetados pela crise, ele não está passando totalmente alheio a ela. Infelizmente, muitas redes estão enfrentando dificuldades e, nesse momento, franqueados e franqueadores parecem mais preocupados em se atacarem e culparem um ao outro pelo insucesso da rede.

De um lado, o franqueador alega que o franqueado não tem perfil adequado. Não sabe vender, não sabe lidar com pessoas, não sabe gerir financeira e operacionalmente o negócio. Do outro, o franqueado alega que não recebe o apoio e suporte adequado da marca. Não tem treinamento, a marca é fraca, não tem estrutura, não tem foco.

De fato, um dos requisitos mais importantes para credenciar uma rede de franquias ao sucesso é o perfil dos seus franqueados. Na ânsia de ganhar escala com o negócio, muitos franqueadores optam por “baixar a régua” nas exigências durante a venda das franquias. Mais tarde, essa conta aparece.

Aliás, esse é um ponto que merece atenção. De forma generalizada, o mercado trata o processo como se fosse uma venda, e não um recrutamento. O franqueado tem um papel muito importante na rede e precisa preencher alguns requisitos importantes para assumir a operação do negócio.

Para cada marca esses requisitos são diferentes. Não existe receita de bolo. Em algumas, ele precisa ter um bom perfil comercial. Em outras, precisa ser um bom gestor de pessoas. Alguns negócios demandam atenção integral, outros, parcial. Ele está realmente disposto a colocar a mão na massa no que for preciso?

Outra questão decisiva: ele conhece bem a região onde pretende atuar? Ter networking e conhecer de perto as especificidades do local é um fator determinante. Além disso, ele está mesmo disposto a seguir os padrões e regras estabelecidos pela franqueadora? Ser disciplinado nesse sentido é o primeiro passo para evitar dores de cabeça futuras para ambos os lados.

Com o franqueado preenchendo bem os requisitos da marca, é hora de verificar se a franqueadora está cumprindo seu papel. Ela oferece o apoio e suporte prometidos? Infelizmente, o que mais se vê é um desalinhamento geral das expectativas entre as partes.

Alguns franqueadores cometem o erro de não deixar claro o que será entregue para o futuro franqueado e quais são as responsabilidades dele. Presenciei situações em que o franqueador dizia para o candidato: “fique tranquilo que iremos ajudá-lo!”. Meses depois, esse franqueador recebeu uma ligação do franqueado pedindo que ele enviasse o consultor de campo da franqueadora para cobrir as suas férias.

Há outros casos ainda - como em qualquer outro mercado - em que franqueadores mal-intencionados já fazem promessas sabendo que não irão cumprir. Imagine só uma pessoa que economizou o seu dinheiro a vida toda para realizar o sonho de ter o seu próprio negócio e “cai” em uma roubada dessas? Lamentável.

Portanto, para quem quer franquear o seu negócio, pense bem no tamanho da responsabilidade que você tem. Se coloque na posição de franqueado e sempre utilize o bom senso. Não faça nada ao próximo que você não gostaria que fizessem para você.

Para os que querem adquirir uma franquia, investigue e vá a fundo nas informações. Recrute o seu franqueador. Atualmente, temos mais de três mil marcas para você escolher. Tenho certeza que há uma adequada aos seus valores éticos e necessidades. Basta ter disponibilidade e paciência para procurar.

Fonte: www.administradores.com.br

11
out
2016

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O que você precisa saber para fidelizar seus clientes?

Por mais que seja um assunto já muito falado, o valor do cliente para as organizações sempre volta à mesa de discussão com novos argumentos. A base de clientes é sim o principal ativo de uma empresa. Tanto é verdade, que fortunas são pagas na aquisição de empresas somente pelo fato de terem um volume relevante de clientes em suas carteiras.

Quem tem clientes fiéis possui uma fonte recorrente de receitas a custos muito mais baixos. E receitas recorrentes mantêm empresas de pé, mesmo em meio a crises. Isso vale muito. Responder a algumas poucas perguntas é fundamental para que você tenha sucesso em fidelizar clientes.

1. Você sabe por que seu cliente compra de você?

Você precisa compreender o comportamento de compra de seus bons clientes. Entender o que motiva o seu cliente a comprar de você é o primeiro passo para atendê-lo bem. Não falamos de compreender todos os clientes, mas aqueles que trazem bom retorno, aquele perfil em que as características de seus produtos e serviços encontram eco.

Quem são eles? Onde estão? O que esperam? São perguntas que você precisa saber responder. Elas o orientarão a estabelecer o melhor caminho para fidelizar esses clientes.

2. Você é capaz de reconhecer seu bom cliente?

Como saber que você está diante de um cliente que você quer fidelizar?

Fala-se muito na “teoria da pirâmide invertida” onde o cliente está no topo e todos os esforços devem ser destinados a ele, desde os vendedores até os líderes e gestores.

Muitas vezes você pode conhecer pessoalmente seus melhores clientes. Mas, e se isso não for possível? Como fará para reconhecê-los e dar o tratamento adequado?

3. Você trata diferente os seus clientes diferentes?

Não trate seus bons clientes, aqueles que você deseja fidelizar, da mesma forma que os demais. Mostre a eles que você os considera diferentes. Um bom cliente quer exclusividade. Faça isso.

Planeje suas estratégias levando essas diferenças em consideração. Antecipe lançamentos e ofertas e invista em conteúdo personalizado. Clientes fiéis podem responder pela maior parte do seu faturamento. Reconheça isso. Eles merecem.

4. Você acompanha os resultados de suas iniciativas? 

Você precisa monitorar o processo continuamente e avaliar como andam seus resultados. Desde a equipe de vendas até o pós-venda, verifique se suas iniciativas acontecem como esperado. Veja o que não funciona e corrija.

Use o chamado PDCA (Plan - Do - Check - Act) – Planeje, Faça, Avalie e Aja para gerenciar seus processos de relacionamento no sentido de melhorá-los sempre.

5. Você usa a tecnologia como sua aliada?

Hoje a tecnologia pode ajudá-lo com isso. Investindo muito pouco, você pode ter instrumentos para identificar quando um cliente está por perto e tratá-lo de forma diferenciada, oferecer uma promoção ou mesmo avisá-lo que um produto que ele espera chegou.

Aplicativos para gerenciamento do relacionamento com clientes poderão ajudá-lo a gerenciar seus processos de forma efetiva. Hoje, não há mais desculpas para não usar a tecnologia. Ela está disponível a preços acessíveis para qualquer tamanho de empresa.

No cenário de hoje, empresas grandes e pequenas se misturam na cobertura de seus mercados. O que faz a diferença é a capacidade que cada uma tem de atender com excelência as expectativas de seus clientes para que eles prefiram comprar de você.

Fidelizar clientes é fundamental não só para o crescimento das empresas, mas principalmente garantir sua sobrevivência. Para isso você precisa ter as respostas para estas cinco perguntas.

Fonte: www.exame.abril.com.br

23
set
2016

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Fazer networking é muito difícil: são raros os profissionais que realmente cuidam das suas redes de contatos de forma estratégica, mesmo entre aqueles que já acumulam décadas de experiência no mercado.

Para um jovem universitário ou recém-formado, o desafio vem em dobro. Por ter tido poucas vivências profissionais até o momento, ele conhece um número reduzido de pessoas e acredita que não tem muito a oferecer a elas em troca de uma oportunidade.

No entanto, o quadro não é tão dramático quanto parece: quem está em início de carreira está em perfeitas condições para construir um círculo de contatos amplo e eficiente, diz Maurício Cardoso, co-fundador do Clube do Networking.

O primeiro passo é entender a estrutura de uma boa rede profissional. Cardoso divide a composição desse grupo em cinco categorias:

Mentores, isto é, as pessoas que já chegaram aonde você quer chegar e podem “patrocinar” a sua carreira. Professores da faculdade, altos executivos da sua área e ex-chefes são os exemplos mais típicos.

Pares, ou seja, ex-companheiros de turma e colegas de profissão de forma geral. Eles podem ser extremamente úteis para trocar dicas técnicas e solucionar problemas do dia a dia.

Juniores, pessoas que não têm os seus conhecimentos e desejam aprender com você. Elas ajudarão a divulgar os seus talentos e impulsionar a sua reputação no mercado. Não necessariamente são mais novas que você: pode ser um ex-chefe mais maduro para quem você ensina bastante sobre tecnologia.

Primos, isto é, conexões que atuam no mesmo segmento que você, mas não têm a mesma profissão. Se você é publicitário, por exemplo, um "primo" seu seria o designer. Esses contatos permitem que você saia um pouco da sua redoma e enxergue a situação do seu mercado de forma mais abrangente.

“Pontes”, ou seja, profissionais cujo trabalho não tem absolutamente nada a ver com o seu. É importante conhecer essas pessoas para tornar a sua rede maior e mais eclética, algo fundamental para encontrar conexões e oportunidades imprevistas.

De acordo com Cardoso, o ponto de partida para qualquer jovem profissional é buscar pelo menos cinco pessoas para preencher cada uma das categorias listadas acima.

Esse trabalho pode ser facilitado pelas regras a seguir:

Use a faculdade como “celeiro” de contatos

As suas primeiras experiências profissionais podem nascer de amizades feitas nos bancos da universidade. “As parcerias que você faz na faculdade servirão para o resto da vida”, diz Cardoso. “Por isso, frequente as aulas, conheça o maior número possível de pessoas e aprofunde as relações com professores, colegas, veteranos e funcionários”.  Se você já se formou e tem falado pouco com essas pessoas, é perfeitamente possível retomar o contato — e quanto antes, melhor.

Não tenha medo de comunicar os seus interesses

Como é perfeitamente esperado que um jovem profissional esteja sedento por oportunidades, não há razão para esconder as suas ambições. De acordo com Cardoso, é importante ser ousado para firmar os seus primeiros passos no mercado. Numa conversa com um ex-professor, por exemplo, diga com clareza quais são as suas necessidades, desejos e anseios. Da mesma forma, diz ele, não tenha receio de comunicar a qualidade das entregas que você pode oferecer.

Leve as suas ações na internet a sério

Todo mundo sabe que precisa dar atenção ao LinkedIn, mas até o que você publica em redes sociais como Facebook, Instagram e até WhatsApp pode ter algum impacto sobre a sua imagem profissional. Segundo Fabrício Barbirato, diretor executivo do IDCE (Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos), o jovem pode e deve usar a internet para enriquecer seu networking, mas precisa tomar cuidado com sua reputação online. “Você pode perder um contato importante se publicar uma foto ou um texto inapropriado”, explica.

Frequente (muitos) eventos

Embora a internet seja um instrumento fundamental para impulsionar e preservar a sua rede de contatos, nada substitui os encontros presenciais. Além de cafés, almoços e outros encontros informais, é importante frequentar congressos, cursos, palestras e outros eventos direcionados à sua área de atuação. "Para o jovem, é vital frequentar o maior número possível de eventos profissionais”, diz Barbirato. “Esses espaços são excelentes para conhecer pessoas, trocar cartões e descobrir oportunidades”.

Busque projetos de voluntariado

Outra forma interessante de ampliar o seu networking é participar de projetos sociais ou ambientais, de preferência em alguma posição ligada à sua área de atuação. Segundo Barbirato, a experiência com o voluntariado ajuda o jovem a conhecer outros profissionais com quem compartilha valores e princípios — um tipo de afinidade que ajuda a estreitar (e muito) os seus relacionamentos.

Não tenha vergonha da sua inexperiência

Na hora de buscar conexões, uma das grandes dificuldades do jovem é puramente imaginária: ele pensa que, por estar “só começando”, será visto com desinteresse ou até desdém pelos demais profissionais. Não é verdade. “O estudante ou recém-formado tem muito a oferecer, a começar pelo brilho nos olhos”, diz Cardoso. “A inexperiência não é demérito nenhum”. Em vez de se intimidar, é melhor usar a sua “energia de novato” para inspirar e cativar as pessoas à sua volta, recomenda o especialista.

Fonte: www.exame.abril.br

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